Não é montagem... mas é duca.
domingo, fevereiro 22
sexta-feira, fevereiro 13
quarta-feira, fevereiro 11
Se eu fosse um personagem de videogame...
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I am an aggressive sort of personality, out to get what I can, when I can. I prefer to avoid confrontation, but sometimes when it's called for, I can be a powerful character. I tend to be afflicted with munchies constantly. What Video Game Character Are You? |
sexta-feira, janeiro 23
smack the penguin
Eu não aprovo a violência contra animais indefesos... mas esse link é extremamente engraçado, e alivia o stress!
Minha melhor pontuação:
Minha melhor pontuação:
quarta-feira, janeiro 21
segunda-feira, janeiro 12
Palm Code
-----BEGIN PALM CODE BLOCK-----
Version: 1.0
PM(G)5 f+@ b+ p++ o+ m++ v+ g+
k r+ c++ n+ t a(+) e++@ P++ H
T! S+
------END PALM CODE BLOCK------
domingo, janeiro 11
Apple goes cheap
Só que esse "cheap" não quer dizer que eles abaixaram os preços. Eles estão apelando a táticas baratas de autopromoção.
Deixa eu explicar. O comercial "1984" foi eleito o melhor comercial do século XX. Foi ao ar na final do Super Bowl, o que equivaleria por essas bandas a uma final de copa do mundo. Equivaleria, assim, para termos de comparação. O spot mais caro do mundo é esse, coisa de 3 milhões de dólares por 60 segundos... por UM spot apenas. O comercial em si custou 900 mil dólares e foi dirigido por Ridley Scott (de Blade Runner).
Aí eles relançam o filme em 2004 e botam uma pequena modificação...

Se você é cego, tem um iPod na cintura da personagem.
"Claro, ninguém vai notar..."
Deixa eu explicar. O comercial "1984" foi eleito o melhor comercial do século XX. Foi ao ar na final do Super Bowl, o que equivaleria por essas bandas a uma final de copa do mundo. Equivaleria, assim, para termos de comparação. O spot mais caro do mundo é esse, coisa de 3 milhões de dólares por 60 segundos... por UM spot apenas. O comercial em si custou 900 mil dólares e foi dirigido por Ridley Scott (de Blade Runner).
Aí eles relançam o filme em 2004 e botam uma pequena modificação...
Se você é cego, tem um iPod na cintura da personagem.
"Claro, ninguém vai notar..."
sábado, janeiro 10
quinta-feira, janeiro 8
sábado, janeiro 3
ATTENTION
This room is fullfilled mit special electronische equippment.
Fingergrabbing and pressing the cnoeppkes from the computers is
allowed for die experts only! So all the “lefthanders” stay away
and do not disturben the brainstorming von here working
intelligencies. Otherwise you will be out thrown and kicked
anderswhere! Also: please keep still and only watchen astaunished
the blinkenlights.
No comprendes? Isso aí nem é alemão nem inglês. É sacanagem mesmo, e não é da minha cabeça.
Quando eu era menino pequeno, tive a oportunidade de ler o Jargon File, inteiro. Coisa de nerd? Talvez. Mas achei umas pérolas como essa aí. Blinkenlights.
Ver também Washing Machine, ou melhor, a variante Walking Drives:
An occasional failure mode of magnetic-disk drives back in the days when they were huge, clunky washing machines. Those old dinosaur parts carried terrific angular momentum; the combination of a misaligned spindle or worn bearings and stick-slip interactions with the floor could cause them to ‘walk’ across a room, lurching alternate corners forward a couple of millimeters at a time. There is a legend about a drive that walked over to the only door to the computer room and jammed it shut; the staff had to cut a hole in the wall in order to get at it! Walking could also be induced by certain patterns of drive access (a fast seek across the whole width of the disk, followed by a slow seek in the other direction). Some bands of old-time hackers figured out how to induce disk-accessing patterns that would do this to particular drive models and held disk-drive races.
sexta-feira, janeiro 2
quinta-feira, janeiro 1
quarta-feira, dezembro 31
terça-feira, dezembro 30
Na mesma moeda...
Até que enfim, um juiz que não é bunda mole...
Justiça manda Brasil exigir digitais de americanos
Liminar concedida pela Justiça Federal de Mato Grosso obriga a União a fotografar e colher as impressões digitais de todos os cidadãos norte-americanos que entrarem no Brasil a partir de 1º de janeiro de 2004.
A decisão do juiz Julier Sebastião da Silva é uma resposta às novas diretrizes de segurança e combate ao terrorismo impostas aos cidadãos estrangeiros que tentarem o ingresso nos Estados Unidos a partir do próximo ano.
Chamado "US-VISIT" (United States Visitor and Immigrant Status Indicator Technology), o novo programa prevê o controle total do ingresso de visitantes, por meio de fotografias e sistemas computadorizados de reconhecimento de face e digitais.
O pedido de liminar foi feito em ação cautelar inominada, proposta pelo procurador da República Pedro Taques, e se fundamenta no princípio internacional da reciprocidade. "Se eles podem supor que todo estrangeiro é um terrorista, nós também estamos autorizados a fazer o mesmo", comentou.
Em sua decisão, o juiz determina que a União procure as autoridades americanas e as convença a retirar os brasileiros da lista de "suspeitos" ¿ que não incluiria, segundo ele, os nascidos em países europeus.
"Enquanto perdurarem os atos norte-americanos discriminatórios quanto aos brasileiros (...) está autorizada a República Federativa do Brasil a impor aos cidadãos dos Estados Unidos as mesmas exigências", apontou o juiz, em um trecho da decisão.
Na página oficial criada pelo governo americano, o programa US-VISIT é apresentado como um reforço necessário à segurança nacional. "Os Estados Unidos continuam a ser uma nação onde a diversidade é celebrada e as pessoas de todo o mundo são bem-vindas. Hoje (assim como muitos outros países) trabalhamos para manter nossas fronteiras seguras, enquanto asseguramos a liberdade", diz o site.
Julier interpretou a atitude como brutal, xenófoba e contrária aos direitos humanos. "Obviamente que os cidadãos europeus e de outros países ricos não serão objeto do ato ultrajante (...) Digno dos piores horrores patrocinados pelos nazistas", qualificou.
Para Julier, é a Constituição Federal que impõe à União o dever de contestar tais procedimentos. "A Magna Carta não compactua com a omissão das autoridades brasileiras (...) impõe-lhe o dever de agir para excluir os brasileiros do tratamento indigno à pessoa humana e violador dos tratados/convenções internacionais".
segunda-feira, dezembro 15
sexta-feira, novembro 28
Morte dos blogs?
Em um recente artigo, John C. Dvorak previu a morte dos blogs.
Permita-me discordar. Alguns dos argumentos utilizados no artigo, embora válidos em essência, não se aplicam ao verdadeiro cerne da questão. Um deles é que a maioria dos blogs são abandonados no período de um ano.
Isto se aplica a muitos outros empreendimentos. A maioria das microempresas não resiste três anos, e nem por isso as pessoas deixam de investir em produção. Quase todas as pessoas que fazem dieta recuperam parte ou todo o peso perdido em 2 a 3 anos. No entanto, sempre existe uma moda nova, um remédio ou método milagroso que decepciona todo mundo.
Outro argumento é de que escrever cansa, dá trabalho. Verdade... sexo também, né? Não vou nem terminar o raciocínio. Escrever, para um ou outro doido, é uma forma de catarse, de descontar as frustrações do dia. Bloggar é uma espécie de autoconhecimento. Mas, para isso, precisa-se de estímulo. Quando o estímulo cessa, fazemos uma pausa, simplesmente por não precisar daquilo. Mas aí é que está a graça. Não há compromisso em se fazer um blog. Não temos prazo, limite ou chefe enchendo o saco. Se eu quiser ficar dois meses sem atualizar meu blog, não significa necessariamente que eu o abandonei. Eu posso ir e voltar quantas vezes quiser.
Explorado pela mídia, sim. Modismo? Em grande monta. Muita gente entrou no espírito blogueiro só para dizer que tinha um weblog, e por um processo de seleção quase automática, um ou outro se destaca. O que acontece é que nesse caso a coisa perde um pouco o sentido.
Escrever por escrever, sem pressão, é uma coisa. Mas a superexposição pode matar a vontade de escrever de um blogueiro. Embora sites como o brazileirapreta tenham morrido, isso não quer dizer que a moda passou ou que a revolução teve um fim. Na verdade, a graça no caso do blog é fazer parte do rebanho, estar no meio mas representando um papel só seu.
Outros, como o euhein foram comprados ou patrocinados por portais (o famoso Mainstream Media) e perdem um pouco o espírito aventureiro, ou se transformam em sites mais tradicionais.
O que não implica o fim de nada. Como impulso, o ato de escrever, produzir, se expor vai continuar. Evoluir, ocupar outros tipos de mídia. Escrever cansa? Tudo bem, tire uma foto com seu celular e mande para seu fotolog. Ou desenhe algo e coloque no deviantart.
É interessante que sempre que algo surge, cresce e ninguém entende direito como foi que aconteceu alguém se apressa em vaticinar a morte disto. Como será que isso ocorre? Imagino colunistas em sua reunião em um clube secreto, jogando pôquer e decidindo...
— E aí, vamos "matar" o quê, agora?
— Que tal o NGage?
— Fácil demais. Diz aí outra coisa...
— O Linux!
— Está doido? Era até uma boa, mas a SCO está fazendo palhaçada após palhaçada. Ninguém vai engolir essa.
— Já sei. Vamos matar os blogs.
— MMMm, olhe bem... você vai perder credibilidade.
— Nada disso, meu amigo... são alvos fáceis, não dão dinheiro e muita gente entrou nessa só por entrar...
— Sim, mas...
— Mas nada... vai ser isso mesmo.
Se eu estivesse presente na conversa...
— John, você tem filha?
— Tenho duas, uma crescida e uma adolescente.
— A adolescente tem um diário?
— Tem.
— A crescida teve diário?
— Teve.
— Ela abandonou o diário, certo?
— Ok.
— Isto impediu a sua outra filha mais nova de fazer um diário dela?
(sem resposta)
Permita-me discordar. Alguns dos argumentos utilizados no artigo, embora válidos em essência, não se aplicam ao verdadeiro cerne da questão. Um deles é que a maioria dos blogs são abandonados no período de um ano.
Isto se aplica a muitos outros empreendimentos. A maioria das microempresas não resiste três anos, e nem por isso as pessoas deixam de investir em produção. Quase todas as pessoas que fazem dieta recuperam parte ou todo o peso perdido em 2 a 3 anos. No entanto, sempre existe uma moda nova, um remédio ou método milagroso que decepciona todo mundo.
Outro argumento é de que escrever cansa, dá trabalho. Verdade... sexo também, né? Não vou nem terminar o raciocínio. Escrever, para um ou outro doido, é uma forma de catarse, de descontar as frustrações do dia. Bloggar é uma espécie de autoconhecimento. Mas, para isso, precisa-se de estímulo. Quando o estímulo cessa, fazemos uma pausa, simplesmente por não precisar daquilo. Mas aí é que está a graça. Não há compromisso em se fazer um blog. Não temos prazo, limite ou chefe enchendo o saco. Se eu quiser ficar dois meses sem atualizar meu blog, não significa necessariamente que eu o abandonei. Eu posso ir e voltar quantas vezes quiser.
Explorado pela mídia, sim. Modismo? Em grande monta. Muita gente entrou no espírito blogueiro só para dizer que tinha um weblog, e por um processo de seleção quase automática, um ou outro se destaca. O que acontece é que nesse caso a coisa perde um pouco o sentido.
Escrever por escrever, sem pressão, é uma coisa. Mas a superexposição pode matar a vontade de escrever de um blogueiro. Embora sites como o brazileirapreta tenham morrido, isso não quer dizer que a moda passou ou que a revolução teve um fim. Na verdade, a graça no caso do blog é fazer parte do rebanho, estar no meio mas representando um papel só seu.
Outros, como o euhein foram comprados ou patrocinados por portais (o famoso Mainstream Media) e perdem um pouco o espírito aventureiro, ou se transformam em sites mais tradicionais.
O que não implica o fim de nada. Como impulso, o ato de escrever, produzir, se expor vai continuar. Evoluir, ocupar outros tipos de mídia. Escrever cansa? Tudo bem, tire uma foto com seu celular e mande para seu fotolog. Ou desenhe algo e coloque no deviantart.
É interessante que sempre que algo surge, cresce e ninguém entende direito como foi que aconteceu alguém se apressa em vaticinar a morte disto. Como será que isso ocorre? Imagino colunistas em sua reunião em um clube secreto, jogando pôquer e decidindo...
— E aí, vamos "matar" o quê, agora?
— Que tal o NGage?
— Fácil demais. Diz aí outra coisa...
— O Linux!
— Está doido? Era até uma boa, mas a SCO está fazendo palhaçada após palhaçada. Ninguém vai engolir essa.
— Já sei. Vamos matar os blogs.
— MMMm, olhe bem... você vai perder credibilidade.
— Nada disso, meu amigo... são alvos fáceis, não dão dinheiro e muita gente entrou nessa só por entrar...
— Sim, mas...
— Mas nada... vai ser isso mesmo.
Se eu estivesse presente na conversa...
— John, você tem filha?
— Tenho duas, uma crescida e uma adolescente.
— A adolescente tem um diário?
— Tem.
— A crescida teve diário?
— Teve.
— Ela abandonou o diário, certo?
— Ok.
— Isto impediu a sua outra filha mais nova de fazer um diário dela?
(sem resposta)
terça-feira, novembro 25
Mastercard
Alguém aí percebeu que na propaganda da Mastercard "5 vezes" eles passam o cartão na máquina de cabeça para baixo?
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